Você consome ovos de galinhas que passam a vida inteira confinadas em gaiolas minúsculas? Se você compra no Pão de Açúcar (parte do Grupo Pão de Açúcar e Grupo Casino, ao lado do Extra e do Assaí), é provável que a resposta seja SIM. Enquanto empresas como McDonald’s, Burger King, Bob’s, Unilever, Nestlé, GRSA e várias outras já estão eliminando as gaiolas, o Pão de Açúcar ainda compra ovos de produtores que mantêm as galinhas em gaiolas tão pequenas que elas mal podem se mexer. Essa é uma prática que nenhuma empresa deveria apoiar.

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Peça ao Pão de Açúcar (parte do Grupo Pão de Açúcar e Grupo Casino, ao lado do Extra e do Assaí) que comprometa-se a parar de comprar ovos de galinhas confinadas em gaiolas.

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Prezados,

Meu nome é Raphael Augustus e eu criei esta petição com a Mercy For Animals porque muitos dos ovos vendidos pelo Grupo Pão de Açúcar (Pão de Açúcar, Extra, Assaí), que é controlado pelo Grupo Casino, são provenientes de galinhas confinadas praticamente a vida toda em gaiolas minúsculas, onde mal podem andar, esticar as asas ou expressar comportamentos que lhes seriam naturais.

O Pão de Açúcar é um dos grandes líderes de mercado no Brasil. No entanto, ao continuar comprando ovos de aves que vivem sob confinamento em gaiolas para suas operações no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar e suas marcas (hoje, Pão de Açúcar, Extra e Assaí) estão deixando de responder às novas demandas do consumidor.

Eu fiquei sabendo que muitos dos grandes supermercados nos Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e outros países já se comprometeram a comprar apenas ovos de galinhas que não são submetidas a confinamento em gaiolas, ajudando a reduzir imensamente o sofrimento desses animais. E eu me pergunto: por que no Brasil o Grupo Pão de Açúcar e suas marcas (hoje, Pão de Açúcar, Extra e Assaí) continuam comprando e vendendo ovos provenientes dos terríveis sistemas de confinamento de galinhas em gaiolas, ao contrário dos ovos vendidos por diversos outros supermercados em todos esses países?

Como líder de mercado, o Grupo Pão de Açúcar tem poder de assumir um compromisso público de parar de comprar ovos de galinhas submetidas a confinamento em gaiolas. Por favor, tomem uma atitude a esse respeito e adotem uma política de, em um prazo razoável, parar com toda e qualquer compra de ovos de galinhas submetidas a confinamento em gaiolas para todas as suas operações no Brasil.

Obrigado.

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A realidade das granjas de gaiolas em bateria

Espremidas em Gaiolas

Numa típica granja em sistema de gaiolas, as galinhas exploradas para produção de ovos vivem em gaiolas tão pequenas que mal conseguem andar ou esticar suas asas.

Negligenciadas

Muitas galinhas ficam presas e sofrem lacerações ou têm membros mutilados no aramado das gaiolas. Em granjas típicas, muitas são negligenciadas, deixadas sem cuidados enquanto sofrem e morrem.

Decomposição

Em típicas granjas de produção de ovos em sistema de gaiolas, é comum ver aves mortas deixadas ao lado de galinhas que ainda botam ovos para consumo humano.

Reduzidas a Máquinas

Mantidas em condições absolutamente deploráveis numa típica granja de ovos em sistema de gaiolas, impedidas de satisfazer suas necessidades mais básicas, elas são tratadas como meras máquinas de produção de ovos.

Estas Marcas Permitem Este Tipo De Sofrimento Animal Em Suas Cadeias De Fornecimento

Saiba mais sobre essas aves dóceis

Assim como muitos animais, galinhas se preocupam com higiene pessoal. Elas "tomam banho" passando poeira do chão em seu corpo com suas asas e depois se chacoalham, fazendo isso repetidamente. Esse "banho de poeira" previne doenças, irritação da pele e oleosidade.

Embora sejam animais altamente sociais, as galinhas também gostam de privacidade. Na hora de botar ovos, movidas por seu instinto de escondê-los de predadores, a maioria prefere fazer seus ninhos em locais mais isolados.

As galinhas são muito inteligentes e têm excelente memória. Estudos mostram que elas conseguem reconhecer as feições de até 100 outras aves. Assim como cães, as galinhas também aprendem e respondem pelo nome.

Como consumidor, a melhor forma de ajudar a acabar com esse sofrimento é deixar os produtos de origem animal fora do prato.